segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Oops... Ela fez de novo!


Uma análise dos shows da cantora Britney Spears

O trabalho consiste na análise dos shows da cantora Britney Spears e nos seus tão conhecidos “playbacks”. Faz um paralelo das suas performances e de todo seu espetáculo com sua “ajuda vocal” e em como ela altera a experiência do show ao vivo.

A cantora Britney Spears começou sua carreira bem nova, aos 11 anos com uma apresentação no programa “Star Search” que como o próprio nome já dizia, procurava novas estrelas. Em 1998 com o lançamento do Cd “...Baby One More Time” foi que Britney Spears ficou conhecida mundialmente. Ela é a vencedora de 1 Prêmio Grammy, 3 Emmy, 4 VMA, 7 EMA, 1 AMA, 8 BMA, 3 NRJ Music Awards, 3 WMA, 1 MTV Asia Awards, 1 MTV Australia Awards, 1 VMB, 10 TCA e 3 KCA.

Mesmo com todos esses títulos a cantora, que sempre foi envolvida em polêmicas, se envolve em mais uma: suas apresentações utilizam o recurso do playback pois a cantora não conseguiria cantar ao vivo.

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sábado, 12 de dezembro de 2009

Modulações

Por Raphael Mesquita

As músicas e a forma com que as escutamos tem sofrido modificações e avanços acompanhando o avanço do aparato tecnológico. Antes, a música era algo volátil e momentânea, pois a experiência de escuta era vivida naquele momento. A partir do momento em que ela é vista como comódite, os aparatos técnicos foram utilizados como forma de captação do som e reprodutibilidade em um objeto concreto, como o rádio, o LP, o cassete, o CD, entre outros.

(...) Trabalho Completo: AQUI!

Lost (trilha sonora e incidental)


As trilhas sonoras têm poder de nos transportar para o universo que o filme, seriado ou mesmo desenho animado quer que fiquemos imersos. Ela pode nos fazer ficar encantados se bem articulada com o audiovisual. Ou o contrário, pode desencantar cenas ou personagens, fazer com que percamos o gancho de suspense ou romance.
Enfim, uma boa música incidental (aquela instrumental feita por músicos para a obra) ou “aquela” trilha sonora nos instiga mais, nos traz sensações.
Em Lost, fenômeno transmidiático, não é diferente. Aliás, até é, já que tudo no seriado é diferente. Mas segue seu “padrão” inovador tentando sempre ultrapassar os limites dos espectadores e ouvintes de seu conteúdo.

Músicas que tematizam episódios, mas não fazem parte da trilha, músicas que falam pelos personagens, campanhas promocionais com estética de videoclipe, etc. E amarrando tudo isso o site wiki para debates: o Lostpédia.
Para ilustrar um videoclipe feito por David LaChapelle (e pra mim o mais interessante!) feito para promover uma das temporadas da série

Aqui o LinkparaotrabalhoCOMPLETO !!

O DJ como sujeito e o Drum’n’bass: Conquistas ritmadas.


Pensando nos caras que comandam as pickups, vi que o DJ foi conquistando um espaço de destaque processualmente e, paralela a essa mudança de posição, ocorreu a mudança na forma de execução. Os DJs, aos poucos, passaram a intervir nas músicas, recriando, remixando, inovando. Com isso, deixaram de ser apenas manuseadores de discos e passaram a ter um papel mais ativo, pessoal e criativo no meio.
Aos poucos, muitos foram apresentando reconstruções de qualidade, que os levaram para o primeiro time de DJs do mundo. No Brasil, se tratando da música eletrônica, cito o caso dos DJs Marky e Xerxes, ao montarem a LK, “Liquid Kitchen”, uma remixagem de “Carolina Carol Bela”, de Jorge Bem e Toquinho, com um sample da voz de Jorge Bem, numa levada de drum’n’bass.


http://http//www.youtube.com/watch?v=2qgH1MURhvs

O estilo, de origem inglesa, criado na década de 90, foi apropriado pelos DJs “brazookas” que realizaram remixagens “à la Brasil” e devolveram à Europa em grande estilo, colocando-o num lugar importante da cultura musical eletrônica. A base rítmica do drum’n’bass são padrões de baterias disjuntos, o drum, e linhas de baixo subsônicas, o bass.

Trabalho Completo: AQUI!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Uma análise da versão musical de Jeff Wayne para The War of The Worlds

A seguinte análise recaiu sobre a adaptação musical de Jeff Wayne para a obra de ficção científica The War of The Worlds, de H.G.Wells. Para quem não conhece, o livro foi um dos primeiros a tratar do tema "invasão alienígena" ao nosso planeta. O que Jeff Wayne fez, foi tentar criar uma versão que traduzisse através do som e da música o clima de invasão, medo e desespero da raça humana, criado por Wells. Mais que bem sucedido, Wayne conseguiu realizar em um álbum musical a melhor adaptação da obra, muito superior aos dois filmes já feitos.

Buscando entender a obra criada por Wayne, este trabalho buscou traçar a evolução das tecnologias sonoras que propiciaram que essa e muitas outras produções marcantes da música e do cinema fossem realizadas. Assim, foi traçada uma linha historiográfica que passa pela criação do fonógrafo com Thomas Edison, pelo desenvolvimento do Gramofone com Emile Berliner, além dos trabalhos realizados com a música eletrônica por Pierre Schaeffer e o lançamento dos sintetizadores, como o Moog, e dos recursos de computadores.
Como base para este trabalho foram utilizadas pesquisas e teorias de Pierre Boulez em Tecnology and the Composer, Jonathan Stern The Audible Past - Cultural Origins of Sound Reproduction e de José Cláudio Siqueira Castanheira em A Nostalgia do Moderno - A paisagem sonora eletrônica na produção musical contemporânea. Todos os autores ajudaram na descrição, no detalhamento e na análise da obra de Jeff Wayne.
Abaixo, um vídeo que mostra o concerto realizado em 2006 com o nome de Jeff Wayne's The War of The Worlds - Live at Stage, que foi a primeira tentativa de incluir imagens e atores reais em uma reedição da obra.


Trabalho Completo!

Trip hop e bricolagem

O trip hop é uma vertente da música eletrônica que surgiu a partir do house. A colagem, o recorte e a citação são características inerentes da música eletrônica e com o trip hop não poderia ser diferente. O seu grande diferencial está na utilização de “downbeats”, ou seja, batidas mais desaceleradas e um ritmo mais lento, se contrapondo a idéia de música eletrônica relacionada somente a velocidade, movimento, ritmo frenético.

A título de exemplo, apresento a banda “Portishead”, um dos expoentes desse gênero musical, com sua música “Roads”, na versão presente no cd “Roseland in NYC”, onde a banda une seus samples com a Orquestra Filarmônica de New York.

Portishead - Roads

Trabalho Completo.

Por Gyssele Mendes.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Sonoridades em Desenhos Animados

No meu trabalho realizei uma analise sobre as sonoridades nos desenhos animados, usei como base um texto sobre desenhos animados da Warner Bros e alguns teóricos trabalhados em sala.

Os desenhos animados são produtos audiovisuais, sendo que podemos perceber que as imagens neste contexto completam os significados dos sons que estão sendo emitidos, logo as imagens direcionam o sentido do que ouvimos.

O cinema foi um grande colaborador para as técnicas sonoras utilizadas nos desenhos animados, pelo fato das animações também serem produtos audiovisuais. O som dos desenhos animados conta com a estrutura montada em torno de diálogo, música e efeitos sonoros muito bem sincronizados. Essa sincronia são fatores sensórios que avivam as ações da animação. Muitas vezes, o som dá uma dica do que irá acontecer na cena. O vídeo abaixo mostra um pouco dessa estrutura.



Podemos perceber que no mundo dos desenhos animados, muitos sons se tornam marcantes, como temas de aberturas, barulhos de certos personagens, vozes de personagens ou de ações repetidas de um desenho, que nos permitem associar o som a franquia. Logo, o som forma uma imagem do produto e este terá sempre ligação a sua fonte. Como o tema da abertura dos Flinstones que conta com o marcante grito de Fred Flinstone “Yabadabadoo!”, além de vários casos citados no meu trabalho.



Muitos desses sons são utilizados em outros contextos que não os originais. Como toques de celulares, espetáculos de teatro, como ritmo base para criação de outras músicas, entre outras possibilidades. Como ilustração desse fenômeno, já que o funk do pica-pau está muito recente, veremos isso no funk dos Power Rangers.



É basicamente isso, o resto vocês conferem no meu trabalho completo!